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Mamãe dodói!


Olá mamys, tudo bem?

Então aqui as coisas não vão muito bem, ontem (quarta) passei o dia todo em formação, até ai tudo bem, cheguei em casa e comecei a me sentir fraca, cansada e um peso começou a tomar conta de mim.

Em poucas horas a gripe tomou conta do meu corpo, olha que fazia tempo que ela não me visitava, se bem que poderia ter demorado mais a passar por aqui, mas foi impossível de evitar.

As coisas estão todas por fazer, casa revirada, louça na pia, aos poucos vou fazendo as coisas, sabe quando dá aquela melhorada ai vou e começo algo, mas logo bate o cansaço e tenho que deixar pela metade.

Essa imagem traduz tudo aqui em casa. Quem disse que mãe pode ficar doente?


E por aí como é? Beijos e até a próxima semana.

Desabafo de uma mãe


Bom dia, boa tarde, boa noite,

Hoje estou aqui para desabafar, tentar tirar um pouco o nó que está na minha garganta desde o domingo, dia das mães.

Nos últimos tempos temos visto várias injustiças, massacres com os animais, mais precisamente com os cachorros.

Na internet tem horas que chega a ser insuportável tamanho o grau de compartilhamento de imagens, vídeos pedindo justiça.

Tenho conciência que cada um é livre para compartilhar e fazer o que quiser em seu perfil e na sua vida, sempre respeitei e respeito a luta de cada um e na maioria das vezes me sensibilizo com a dor alheia, afinal dentro do meu peito bate um coração e não uma pedra.

Assim como todos nós temos o direito de ter um, dois, três sei lá quantos bichinhos de estimação. 

Aqui em casa nós não temos, na verdade bem que tentamos mas a Sophia não tem jeito de querer chegar perto, quando está longe é super amiga, adora e tudo mais, mas quando chega perto o medo corre solto.

Isso que desde que ela nasceu é acostumada com cachorro, pois na casa da avó paterna, lá sim tem muitos  au au como a Sophia fala.

Acontece que no domingo todos os filhos, noras e a única neta, a Sophia, se reuniram na casa da da mãe/avó para o almoço do dia dia das mães, mas uma das minhas cunhadas tem um cachorrinho (nem tão pequeno agora) que está sempre com ela, seja na cozinha, na mesa, na sala.

E quando chegamos lá a Sophia não desceu do meu colo de jeito nenhum por causa do cachorro, até pediu educadamente a ela para colocar o au au no quarto vazio, ela meio que quis passar a conversa mas acabou cedendo.

Sophia foi para o quarto junto com a avó e o pai, eu fui para a sala e quando menos espero escuto o seguinte: "_ Teremos que deixar o fulaninho (falando do cachorro e citou o nome) da próxima vez em casa, porque olha só o coitado tem que fica trancado no quarto". O que isso queria dizer que o cãozinho era privado de circular pela casa por causa da minha, aff.

O sangue ferveu em minhas veias, contei para o marido e sogra que ficaram indignados, mais que depressa o marido disse vamos embora e pra já peguei a Sophia no colo e fomos saindo.

Mas quem disse que o marido conseguiu ficar calado e começou o maior bate boca, pra eles o cachorro tinha que ter mais liberdade do que uma criança. Era inadmissível ver o cachorrinho em um comodo da casa, já a minha filha podia ficar sentada no meu colo, sem poder descer e andar livremente.

O cerco se fechou, só dava a sogra chorando num canto, eu indignada e chorando indo em direção ao carro. E a discussão que começou na cozinha já estava no portão.

Fomos embora sem almoçar, revoltados, indignados, e muito, mas muito tristes com toda a situação, tudo porque uma pessoa não aceita se comportar e seguir o curso normal de uma casa, que aliás não era a sua, se fosse ai sim poderia agir e se comportar como bem quisesse.

E você deve estar se perguntando e o dia das mães, infelizmente esse dia foi o pior dia, se descuidar o pior dia da minha vida, já estou contando os dias para a comemoração em 2014.

Se fosse com você, com seu filho o que você faria?

 www.minhaprincesasophia.com.br



Como engravidar após os 35 anos com segurança?


Como vocês já devem saber, eu estou sempre conectada nas redes sociais, interagindo, pesquisando, e nessas minhas andanças encontrei esse artigo do Dr. Aléssio Calil Mathias, que fala dos cuidados que a mulher deve tomar antes de engravidar e resolvi compartilhar com vocês essas explicações.

"O adiamento da gravidez é uma escolha muito comum das mulheres nos dias de hoje. É uma tendência mundial. Com isto, o número de grávidas ou mulheres tentando engravidar na faixa entre 30 e 40 anos tem aumentado nos últimos anos. Dados da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados) indicam que, no Estado de São Paulo, o número de mães entre 35 e 39 anos aumentou 2,3% em dez anos. Em 1995, nasceram 44.891 bebês de mães nesta faixa de idade, o que representa 6,6% dos nascimentos no Estado. Em 2005, o percentual aumentou para 8,9% com 55.152 nascimentos. São muitos os fatores envolvidos na decisão de adiar a maternidade: a estabilidade profissional, a espera por um relacionamento estável, o desejo de atingir segurança financeira, ou, ainda, a incerteza sobre o desejo de ser mãe. Entretanto é importante alertar estas mulheres sobre as conseqüências desta decisão: a idade afeta a capacidade reprodutiva feminina.

A queda na fertilidade com o avanço da idade é um fato biológico. Estima-se que a chance de gravidez por mês é de aproximadamente 20% nas mulheres abaixo de 30 anos, mas de apenas 5% nas mulheres acima dos 40. Mesmo com os tratamentos para infertilidade, como a fertilização in vitro, a fertilidade diminui e as chances de um aborto espontâneo aumentam após os 40. Há várias explicações para esse declínio de fertilidade: condições médicas, mudanças na função ovariana e alterações na liberação dos óvulos.

A mulher de 40 anos também tem mais chances de apresentar problemas ginecológicos, como infecções pélvicas e endometriose, que podem diminuir a fertilidade. À medida em que a mulher envelhece, seus óvulos também envelhecem, tornando-se menos capazes de serem fertilizados pelos espermatozóides. A fertilização desses óvulos está associada a um risco maior de alterações genéticas. Por exemplo, alterações cromossômicas, como a Síndrome de Down, são mais comuns em crianças nascidas de mulheres mais velhas. Há um aumento contínuo no risco desses problemas cromossômicos conforme a mulher envelhece. Quando os óvulos com problemas cromossômicos são fertilizados, eles têm uma possibilidade menor de sobreviver e crescer. Por essa razão, mulheres que estão acima dos 40 têm um risco aumentado de abortos espontâneos também.

Para prevenir a malformação fetal pelo menos seis meses antes de engravidar, é preciso iniciar a suplementação com ácido fólico, que se estende até a 14ª semana de gestação. A função do ácido fólico é prevenir defeitos de fechamento do tubo neural fetal, garantindo uma boa formação da medula espinhal e do cérebro do bebê.

Preparação é fundamental

Além de saber que a idade pode ser um fator determinante da fertilidade feminina, a mulher, após os 35 anos de idade, precisa adotar cuidados adicionais antes de engravidar. Os riscos de uma gravidez tardia podem ser contornados com uma preparação prévia e um pré-natal com acompanhamento adequado. Quanto mais saudável estiver a mulher, maior a chance que os nove meses transcorram com tranqüilidade. O primeiro passo desta preparação é colocar a carteira de vacinação em dia. Pelo menos três meses antes de engravidar, a mulher precisa se proteger contra rubéola, sarampo, caxumba, hepatite A e B e catapora.

Nesta etapa de preparativos não podem faltar os testes de sorologia para hepatite B e C e HIV. Os problemas de saúde preexistentes também devem ser analisados mais de perto no caso de uma gestação tardia. Casos como os de hipotireoidismo merecem atenção especial porque são mais comuns em pessoas acima dos 35 anos e podem interferir numa gravidez.

Mulheres portadoras de doenças crônicas, tais como pressão alta e diabetes também merecem atenção especial e aconselhamento do obstetra antes de tentar a gravidez. O ginecologista que acompanha esta mulher deve fornecer informações quanto ao curso da gravidez quando se tem hipertensão arterial ou diabetes. É importante que essas doenças estejam bem controladas antes da tentativa de engravidar. Pois, mesmo sem apresentar pressão alta e diabetes pré-existentes, essas condições se desenvolvem mais comumente em mulheres que concebem após os 35 anos. Como resultado desse risco aumentado, exames e monitoramento especiais podem ser recomendados durante a gravidez.
O lado bom

Geralmente, quando a maternidade acontece tardiamente, a mulher tem maior equilíbrio emocional para criar o filho. Do ponto de vista psicológico, o estresse e a depressão diminuem. A mulheres que decidem ter um bebê mais tarde, geralmente têm consciência de que precisam melhorar o seu estilo de vida para favorecer a sua própria saúde e a do bebê. Elas adotam com maior facilidade as recomendações para fazerem atividades físicas e manterem uma alimentação controlada para evitar ou controlar problemas cardíacos, diabetes, hipertensão e colesterol alto". 
 
Fonte: Minha Vida

Dr. Aléssio Calil Mathias é ginecologista e obstetra, diretor da Clínica Gênesis.

Espero que vocês tenham gostado das explicações do Dr. Aléssio, e lembre-se compartilhe com o seu médico suas dúvidas, incertezas e medos ele é a melhor pessoa para te esclarecer tudo e você ter uma gravidez calma e tranquila.
 
Beijos e até a próxima semana,


Tudo começou assim ...

Quando resolvi engravidar, procurei meu ginecologista para ver como andava a minha saúde, a primeira coisa que ele fez foi solicitar uma bateria de exames, afinal eu já beirava nos 35 anos.

A cada mês que passava e não se confirmava a gravidez era uma frustração para mim,  sabia que levaria um tempo para engravidar mas o desejo que existia dentro de mim era maior do que qualquer coisa.

E se passou um mês, dois meses, três, quatro, cinco e nada e a cada consulta o meu GO me explicava que poderia demorar, pelo fato da minha ansiedade, a idade, e qualquer investigação normalmente ocorre após os 35, mas caso eu não engravidasse no próximo mês iniciariamos a investigação.

Quando chegou a próxima consulta eu estava radiante e com o exame positivo em mãos, claro que ouvi dele o seguinte: A minha ansiedade era o que estava me atrapalhando a realizar o meu maior desejo.

Me cuidei muito durante os 9 meses, aguardava ansiosa por cada ultra para poderem ouvir o seu coração bater forte, e eu como manteiga derretida só chorava e chorava. Posso dizer que fui privilegiada pois não tive nada além de alguns enjôos no inicio da gravidez e durante o parto foi mais rápido que uma corrida. Formula 1.

Mas isso foi comigo, então se você esta pensando em engravidar, seja pela primeira, segunda vez, nao importa quantos filhos você já tenha ou deseje, procure um médico, ele e a pessoa certa para te orientar e tirar todas as suas dúvidas sobre esse momento lindo e encantador na vida de uma mulher.

E não esqueça de fazer os exames de rotina anualmente. Cuide-se, a prevenção e o melhor caminho para uma vida feliz e saudável. 

Beijos e até a próxima semana,  não esqueça de comentar, lembrando que todos os recadinhos são respondidos aqui mesmo nos comentários, então se deixou um comentário não esqueça de retornar para ver a resposta.

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Fran mãe da princesinha Sophia


Bom dia, Boa tarde, Boa noite!

Como a maioria das meninas, eu também me candidatei a ser colaboradora do Mamãe Mode On, e pra minha felicidade hoje estou aqui escrevendo o meu primeito post, confesso que estou um pouco nervosa, mas isso logo passa.

Então pra quem não me conhece ainda, eu sou a Francisca mãe da princesinha Sophia e escrevo no blog Minha Princesa Sophia, é um cantinho onde compartilho o nosso dia-a-dia, nossas alegrias e realizações desse universo materno, dúvidas e incertezas de uma mãe de primeira viagem que resolveu engravidar com quase 35 anos.

Mas para chegar até esse dia lindo e iluminado em minha vida é preciso conhecer um pouquinho da minha história, e tudo começou assim.

Na adolescência eu nem pensava em engravidar, ser mãe, quando me perguntavam sobre o assunto eu era taxativa, não, não terei filhos, depois comecei a cogitar a hipótese em adotar, amar, cuidar e me dedicar a um filho do coração. 

E casar? Casar, eu queria, desejava mas parecia tão distante de mim.Talvez por priorizar outras coisas na minha vida, trabalho, trabalho e trabalho, queria ser alguém primeiro na vida, não depender dos outros, tanto que cheguei a trabalhar aos domingos das 8 às 20hs, e de segunda a sexta em outro trabalho, minha vida era uma correria só, mas era o que eu tinha escolhido, e será que valeu a pena? Não sei mesmo.

Até que em um belo dia um rapaz começou a me cortejar, eu fui aceitando, começamos a conversar por horas e horas pelo celular na madrugada, resolvemos assumir o namoro, enfrentei, enfrentamos muitas barreiras dentro da minha casa por namorar alguém mais novo do que eu.

Lutamos um ao lado do outro e vencemos ou melhor o amor venceu, e para aqueles que achavam que nosso casamento não iria durar, só tenho uma coisa a dizer, estamos juntos, casados e felizes a quase oito anos.

Viviamos muito bem só nós dois, os anos foram passando a idade chegando e uns pensamentos começaram a rondar a minha mente, era o meu subconsciente falando comigo, um desejo infinito que nunca achei que sentiria invadiu o meu ser, era o desejo de ser mãe, de poder gerar uma vida e amar incondicionalmente sem pedir nada em troca.

Se passou quase um ano até decidirmos que tentaríamos engravidar, sim tentaríamos pois o meu marido estava com esse mesmo desejo, não falamos nada para ninguém, pois quanto mais pessoas soubessem, maior seria a cobrança, e isso incluía mãe, sogra, sogro, tanto que levaram um susto quando anunciamos que estávamos grávidos.

Nossa princesinha nasceu em janeiro de 2010, de parto normal pra alegria aqui da mamãe, e já se passaram três anos, três anos de muito amor, compreensão, dedicação, de entrega. Três anos que tudo gira em torno da Sophia e assim será para todo o sempre.

E como é ser mãe de uma princesinha, que é e será filha única, até onde acerto ou erro com ela? E a mãe que já está perto dos 40, nossa os temidos 40 anos, é bom eu parar por aqui porque senão vai ser um livro e não um post.

Obrigada a você que leu até aqui, comente, palpite queremos muito saber a sua opinião, seja um elogio ou uma crítica.

Beijos e até a próxima semana.